OMM: 2013 é o sétimo ano mais quente, até agora

energia-termica-proveniente-sol-1317652645A tragédia causada pelo tufão Haiyan nas Filipinas, infelizmente, é mais um episódio climático extremo que passou a ter uma ocorrência cada vez maior devido às intensas mudanças climáticas ocorridas, como o aumento da temperatura, aos longo dos anos. Para se ter uma ideia da gravidade da situação, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) afirmou nesta quarta-feira (13) que o ano de 2013 é, até o momento, o sétimo mais quente, desde o início dos registros, em 1850, com possibilidade de terminar entre os 10. As informações são do portal “Último Segundo”.

De acordo com o relatório da OMM, os nove primeiros meses deste ano apresentaram temperatura igual ao mesmo período de 2003, como o sétimo mais quente, com uma média de temperatura global na superfície da terra e do oceano 0,48 graus celsius acima da média entre 1961 e 1990. Michel Jarrud, secretário-geral da OMM, afirmou que “um futuro mais quente é agora inevitável”, em virtude do acúmulo de de gases do efeito estufa resultantes da ação humana na atmosfera. Além do tufão Haiyan, nas Filipinas, também foram registradas ondas de calor extremo na Austrália, além de enchentes do Sudão à Europa. O Japão, por exemplo, registrou o verão mais quente da história.

Para Jarrud, o principal fator responsável pela ocorrência de ciclones tropicais como o Haiyan é o aumento do nível dos mares, que torna as populações costeiras “mais vulneráveis a surtos de tempestades”. Neste ano, até o início de novembro, já ocorreram 86 ciclones tropicais, de tufões a furacões no Atlântico, número que se aproxima da média registrada entre 1981 e 2010, de 89 tempestades.

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